"Há um mundo pra sonhar e outro mundo pra sonhar"
Ainda sonhas minha pequena,
sonhas com o mundo das fadas,
das aventuras extraordinarias,
das cores exuberantes
e gargalhadas de ciança.
Ah! como limpa minha alma ouvir essa gargalhada inocente sem qualquer malicia e conciencia de mundo.
continua pois trasendo luz pra mim viu pequena?
continua sendo essa gatinha encantadora e pespicáz.
Que os anos passem e você se torne uma pessoa capaz de trasformar o mundo com os seus sonhos de criança.
para Agata rocha Jardim,
minha sobrinha
Porque esse título? simplesmente pela urgência que me parece uma bomba relógio ter. Correr contra algo que está prestes a explodir... E se nós vivessemos como se no próximo segundo fossemos virar pó? viveriamos mais intensamente e com menos preocupações mesquinhas? Essa mesma urgência têm as palavras de serem expelidas de mim (por mim).
domingo, 26 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
ABACARTE
Acordei com mais uma dobra no olho e na frente do espelho perguntei-me o que seria.A falta de inspiração fez me ver-me,
voltei-me para o meu obstáculo
e descobri que era só o começo da queda da pena lilás e amarela, que tanto prendia minha atenção.
Do abraço da moça descobri conforto,
do pranto visualizei o sorriso de 32 dentes mais belo
e do cotovelo de pele de elefante fez-se a arte do Abacate.
Eis que entre tantas lágrimas e gargalhadas,
o olho desdobrou-se ( ou criou-se novas dobras?)
Não importava mais.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Fábrica
Então faço silêncio!
e que incômodo.
meu silêncio realça barulhos externos.
Então grito!
e mais uma vez me incomodo.
meu grito não vence o barulho das máquinas.
Nunca serei ouvida.
Assim sendo, Paro!
e logo sinto-me ultrapassada.
Nunca ganharei a corrida.
Algo mais veloz passou por mim
e deixou um rastro de graxa.
Ou será sangue apodrecido?!
Impossível saber.
Então me cego.
e que incômodo.
meu silêncio realça barulhos externos.
Então grito!
e mais uma vez me incomodo.
meu grito não vence o barulho das máquinas.
Nunca serei ouvida.
Assim sendo, Paro!
e logo sinto-me ultrapassada.
Nunca ganharei a corrida.
Algo mais veloz passou por mim
e deixou um rastro de graxa.
Ou será sangue apodrecido?!
Impossível saber.
Então me cego.
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